Home
Sobre Antonio Miranda
Currículo Lattes
Grupo Renovación
Cuatro Tablas
Terra Brasilis
Em Destaque
Textos en Español
Xulio Formoso
Livro de Visitas
Colaboradores
Links Temáticos
Indique esta página
Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
VIAGENS DE ANTONIO MIRANDA PELO BRASIL
Antonio Miranda, Trina Quiñones, Gonzalo Quiñones


RECEPÇÃO CULTURAL NO DF E DEPOIS NA CHÁCARA IRECÊ
10-07-1993

 

Um grupo muito simpático. Poetas, artistas plásticos , músicos.
O convite partiu de Gonzalo Adolfo Villalobos Quiñones e de Trina Quinõnes, diplomatas venezuelanos. Moravam antes no Quênia e agora estão em missão no Brasil e, como gostam de literatura e música, apareceram no almoço literário do meu amigo Fernando Mendes Viana. Foi lá que eu os conheci. Depois enviei-lhes um exemplar da 7ª. edição de “Tu país está feliz” pelo correio.
Não tardou um telefonema deles, convidando-me para uma recepção na casa deles, na sexta-feira passada, lá pelas bandas da QI 21, no Lagoa Sul de Brasília.
Gonzalo e Trina são extremamente simpáticos e jovens,  pelos anos 70. Alegres, hospitaleiros.
Lá estavam caras conhecidas do almoço literário no Restaurante Belas Artes: o poeta Fernando Mendes Viana e sua bela esposa, a poetisa venezuelana Sofia Vivo com toda a sua verve, o poeta Anderson Braga Horta, um escultor (não recordo o nome dele...), uma atriz paulista (Inara Reis), músicos e cantores. Gente alegre.
Muita bebida e uma mesa fartíssima, em que não faltaram patês, queijos, caviar e vinhos franceses.
Houve espaço para leitura de poemas dos convidados (a cargo do próprio Gonzalo) e para canto e violão. Ao final, até à madrugada, foi a vez da “salsa y merengue”.
Há tempos eu não dançava tanto!
O frio era intenso, provavelmente a noite mais fria do ano. Logo a dança provocou os instintos “juvenis” e suamos para valer ao som de “Um solo Pueblo” e de Juan Luiz Guerra.

Depois veio o meu convite para um Café Colonial caipira, na Chácara Irecê, nos arredores de Brasília, aproveitando a presença de minha irmã Irecê (cujo nome adotei para a Chácara Irecê...) que é especialistas em doces e salgados em recepções.
Passei a semana indo e vindo para os preparativos, levando copos e talheres, bebidas e comidas, complementos para a decoração da chácara e, principalmente, para acompanhar a limpeza e arrumação da casa e dos jardins.
Nesta época próxima do inverno, as folhas caem e poeira enferniza. O jardim Laberinto está com mato por toda parte, depois que o caseiro Zé Adriano voltou a beber e a relaxar no trato da chácara...

Encontramo-nos no estacionamento da Rodoviária de Brasília. Trina e Gonzalo, da embaixada da Venezuela, Sofia Vivo, artista plástica e poetisa uruguaia e seu marido carioca Mario de Andrade, do Banco Interamericano de Desenvolvimento; Meireluce, da Secretaria de Ciêncja e Tecnologia e o marido Pains, da área imobiliária, a Dra. Kira Tarapanoff, da Universidade de Brasília e minha família — minha irmã Irecê, minha sobrinha Maria da Graça e o sobrinho-neto Vinicius. Saímos em caravana até a chácara.
Comida em abundância. Bebidas selecionadas.

No fim da tarde teve luar a cerimônia de registro dos nomes nas placas (de cimento) do jardim. Trina e Sofia colocaram versos em espanhol.

Por último, escrevemos nossos nomes em uma placa coletiva de “inauguração” do jardim-labirinto, sob o império de uma lua cheia esplendorosa, luz de lampiões a gás, umas labaredas de fogo no cerrado, no horizonte. Gonzalo gravou em vídeo, a ocasião...
À noite ficamos no salão ouvindo as fitas gravadas de
“Tu país está feliz”, de “De Creencias y Vivencias” (programa de rádio gravado em Caracas anos atras, com poemas meus em espanhol), poesia da Sofia e uns inéditos da Trina e, para finalizar, li uns trechos de um texto poético que estou finalizando — “Da perspectiva do corpo”.
É raro que se tenha platéia cativa para esse tipo de leitura...
Vinícius e a Durga, filha da Trina e do Gonzalo, corriam e pulavam o tempo todo.
Dormimos extasiados. (Sofia e Mário chegaram de Curitiba pela manhã e só tiveram tempo de passar em casa para usufruir de algumas coisas.
Os dois quartos de baixo da casa da chácara ficaram para  os casais estrangeiros; Kira, Meire e Pains regressaram cedo a Brasília. Eu dormi na biblioteca.
Pela manhã fomos ao rio e à mata ciliar.
Manhã esplêndida, fresca, ensolarada na hora de nosso regresso para Brasília...


 

 

 
 
 
Home Poetas de A a Z Indique este site Sobre A. Miranda Contato
counter create hit
Envie mensagem a webmaster@antoniomiranda.com.br sobre este site da Web.
Copyright © 2004 Antonio Miranda
 
Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Home Contato Página de música Click aqui para pesquisar